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Portais de Luz » Ocultismo » Energias-por Rubens Saraceni » Energia Cósmica

Energia Cósmica

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1energia - Energia Cósmica Empty Energia Cósmica em Seg Mar 04, 2013 11:35 am

A energia cósmica é derivada da energia divina, que, por sua vez, é o mental divino em ação constante. A energia cósmica tem um fluxo constante, tal e qual as correntes aéreas do planeta Terra, ainda que, em certos momentos, assumam a aparência de verdadeiras tempestades cósmicas. Neste estado alterado, ela influencia as energias solares, planetárias e estelares. Quando, em um dado momento, há um número muito grande de elementos em desequilíbrio, ela fica em total desarmonia vibratória, e entra em convulsão. São essas alterações que, às vezes, influenciam o clima de nosso planeta. A energia cósmica atua em todo o Universo. A constância de seu fluxo a torna uma corrente energética contínua. Não podemos dizer onde começa, e muito menos onde termina. Onde quer que a observemos, seu magnetismo é encontrado. Essa energia é de ordem negativa, se a compararmos com a energia universal. Ao usarmos o termo "negativa", o fazemos em razão de sua trajetória aparentemente desordenada: ora seu fluxo é ordenado, ora é uma verdadeira tormenta cósmica, com redemoinhos fantásticos que alcançam as dimensões de um sistema solar. Em seguida, reduz-se ao tamanho de um planeta. Isso acontece quando existe, em determinada região, um acúmulo de energias estáticas oriundas de estrelas e de planetas. Essas energias estáticas são concentrações de elétrons que tornam a energia universal um tanto quanto sobrecarregada, ou desequilibrada. Quando isso ocorre, a energia cósmica os absorve, e entra em total ebulição energética, provocando as tormentas cósmicas. Essa movimentação desordenada na corrente cósmica nada mais é do que a absorção do excesso de elétrons acumulados. A corrente contínua se sobrecarrega, entra numa agitação desordenada, e somente se acalma após a absorção total dos elétrons e sua posterior dispersão no fluxo contínuo. Essa dispersão significa que os elétrons, sem núcleos a segurá-los numa órbita estável, serão espalhados ao longo de bilhões e bilhões de quilômetros-luz do Universo. Somente nos sistemas (planetários, solares ou este lares) onde houver deficiência desses elétrons, haverá a descarga, pois a função da energia cósmica é exatamente a de purificar os locais onde exista o acúmulo, conduzindo-o para onde haja deficiência. O excesso de elétrons coloca o sistema estelar em desarmonia, alterando seu poder gravitacional, assim como o poder de pulsação cósmica. Sim, todo o cosmos possui um sistema de inspiração e expiração, tal qual o sistema respiratório-circulatório do ser humano.
Se, numa inspiração, o corpo estelar se sobrecarrega, e surge em seu interior, áreas de acúmulo energético, ele entra em desarmonia vibratória. Na expiração, ou movimento energético de dentro para fora, o acúmulo é expelido e é lançado na corrente contínua de energia cósmica, que sofre alterações em seu magnetismo, entrando em estado tempestuoso. Existe também, a produção constante de átomos energéticos em função da própria metarmofose energética dos corpos celestes. Se, em dado momento, um desequilíbrio vibratório se forma, o excedente precisa ser retirado para que cataclismas energéticos não sobrevenham. Essa metamorfose, ou química energética, é responsável pelos abalos sísmicos que tantos danos produzem em nosso planeta. Quando o corpo (planeta, satélite ou estrela) já não consegue reter o excedente dentro de si com sua força de atração gravitacional, ele é expelido de forma violenta e incontrolável, até que o interior volte a equilibrar-se energeticamente. É bom que se diga que um corpo celeste também é absorvente de energias (cósmica, universal, celestial, estelar, galática e solar), que o sobrecarregam, até que se formem verdadeiros veios energéticos. Quando isso acontece, a química, ou metamorfose energética, tem início. Logo o corpo começa a sofrer de inchaço energético. A partir disso, surgem os furacões, tufões, ciclones, maremotos, secas, chuvas, vendavais, etc. Estas tormentas nada mais são do que a explosão desses acúmulos intra-corpo (planetários). Quando essas ondas energéticas alcançam a superfície do corpo (planeta), podemos sentí-las de forma desordenada pelas turbulências que causam nos elementos que o compõem: Água, Ar, Terra e Fogo. Com o experimento desse acúmulo, toda uma região entra em desarmonia vibratória, e as catástrofes advêm com suas intensidades características. Mas, pouco a pouco, a energia universal o absorve, até que, de forma ordenada, ele saia do corpo de atração gravitacional, e fique disperso no vácuo cósmico. Ali, ele perde sua força ativa, e torna-se energia estática, até que o acúmulo se torne tão intenso, que desperte, por atrito, a energia cósmica, e seja absorvido por sua corrente contínua. A partir daí, ele será levado de forma constante até uma região do Universo onde a energia universal esteja deficiente em seu grau vibratório. O gráfico situa estes graus, mas insistimos, "energia", existe apenas uma!. O que a diferencia são seus graus vibratórios.

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