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Portais de Luz » Auto-Ajuda » Testemunhos » Amor e Liberdade – Amar com inteligência

Amor e Liberdade – Amar com inteligência

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1 Amor e Liberdade – Amar com inteligência em Ter Ago 21, 2012 1:14 pm

Nós seres humanos, somos naturalmente afectivos. Queremos amar, ser amados, expressar nosso amor, e termos liberdade para viver essa expressão. Nossa vida geralmente gira em torno de nossos afectos e a maioria das atitudes que tomamos na vida tem por base uma relação afectiva. Repare se você não dá uma importância até exagerada a sua vida afectiva. Repare, por exemplo, como você se enche de expectativa com seus relacionamentos, que quando esse lado de sua vida não está bem, parece que o resto não tem muita importância, ou então, se acontece alguma coisa com sua parte afectiva, ela puxa todo o resto para baixo, e tudo fica ruim. Ninguém vive sem dar ou receber amor, mas será que você é uma pessoa disposta ao amor, disposta a ter um relacionamento verdadeiro, ou você só está disposto a se relacionar com seus sonhos e suas ilusões de viver um grande amor? É que temos tantas ilusões dentro de nós que fica difícil nos relacionarmos com os outros, e como vamos aceitar o outro se , não aceitamos, nem mesmo a nós mesmos? Como permitir que o outro seja ele mesmo, se nós não nos permitimos ser como somos. Normalmente deixamos nossos sonhos tomarem conta de nós, e idealizamos um relacionamento perfeito e quando entramos em contacto com o relacionamento real ficamos decepcionados, magoados. Como….ele ou ela não é como eu gostaria? Nos sentimos magoados, e essa mágoa vem do orgulho vem das fantasias que temos, essa ilusão de perfeição, de que tudo tinha que ser como eu imaginei e não, como é. Essa ilusão vem das crenças que é o outro que tem de me fazer feliz, assim nos ofendemos, ficamos magoados, generalizando posturas e experiências. Dizemos que “É sempre assim”…que “a felicidade não existe”, etc.. Prometemos a nós mesmos que não vamos entrar em outra. Juramos que nunca mais seremos bobos ou ingénuos e acabamos por fechar nosso coração. Com o tempo, temos vontade de experimentar novamente, mas lá dentro de nós existe uma promessa de não arriscar mais para não sofrermos e não nos magoarmos outra vez. Nós nos vingamos do outro nos machucando mais ainda. Nos impedimos de ir, de tentar ser feliz e continuamos feríveis, cheios de defesas, cheios de medo, receosos. E com medo de sofrer, sofremos… Acabamos reclamando de carência afectiva, de solidão, sem atentar ao fato de que carente não é quem não tem amor. É aquele que tem , mas não se dá nem dá com medo de ser machucado, que solidão é a distância que sinto de mim mesmo, pois deixei que as minhas ilusões e os meus sonhos me colocassem para longe de minha verdade. Não, não é o mundo que está seco e distante. Somos nós que estamos assim no mundo. Não são as pessoas que me magoaram ou me decepcionaram, mas sim eu que me enchi de sonhos e esperei que o outro os realizasse, cumprisse de acordo com o roteiro que eu fiz para ele.
Será que você é capaz de perceber e aceitar que fez isso com você? Será que você é capaz de aceitar o que passou em sua vida? Será que você fez um pacto com o seu coitadinho, com o seu infeliz e que tudo tem que ser difícil para você se castigar por seus enganos?
O medo de amar está aí porque não deixamos o passado passar. Não aceitamos que fomos incapazes de lidar com a realidade porque estávamos presos em nossos sonhos, e quanto mais sonhamos, mais sofremos. É aquela coisa que dizemos: “Quanto maior a subida, maior a queda”. Chamamos isso de desgosto, de trauma, fazemos um drama, de como tudo foi terrível e pomos sempre a culpa é no outro que não soube entender o amor que tínhamos para dar. Mas eu pergunto: será que tínhamos realmente amor para dar, para um ser real ou para alguém que criamos em nossa fantasia?
Afectividade é a relação que temos com a realidade. Generosidade é aceitar o outro como é, cada um é um, amamos o outro justamente porque ele se difere de nós. Amamos a individualidade do outro, a natureza única e especial dele. Amar é aceitar o outro incondicionalmente. Mas, como posso dizer que amo o outro se não sei amar a mim mesmo? Como posso dizer que aceito o outro como ele é, se eu não me aceito como sou? Trocamos os sonhos? Trocamos ilusões de perfeição? Trocamos pelo que cada um imagina que o outro deveria ser para nos fazer felizes? Afecto tem a ver com uma relação positiva, não tem falsidade ou sedução. Tem a consideração positiva pela existência do outro, o respeito pela verdade dele que é ao mesmo tempo o respeito pela minha verdade.
Se sua parte afectiva está ruim é porque você deixou ruim. Você está onde se pôs. Onde suas ilusões te levaram, onde seu orgulho te colocou. Se quer melhorar isso tenha a humildade de reconhecer a realidade. Tenha a serenidade de identificar suas mágoas, o quanto você é magoável, o quanto você se coloca nas mãos dos outros, o quanto você quer controlar a acaba por se descontrolar.
Está pronto para encarar que você não é amado porque não é amável, que você não atrai nada de positivo porque se perde em sonhos impossíveis de perfeição, está pronto para ver que você se acha infeliz, um coitadinho, que não tem condições de provocar nada de bom em sua vida porque está perdido em ideias irreais, cheio de pensamentos de não aceitação da vida?
Bom já sei que você vai me falar: “Ah! Minha vida foi difícil…meus pais…a educação que tive…as experiências pelas quais passei…”É, você vai lembrar do quanto lutou, do que sofreu, das encrencas que se meteu, das decepções, etc. Mas me responda: Como você quer ir para frente se não deixa o passado ir embora? Como quer que as coisas sejam diferentes se você não muda. As situações que temos são nossos espelhos. Se foram ruins é porque não éramos melhores. Toda queixa é uma confissão. Se queremos o melhor temos que ir pelo melhor. A humildade verdadeira é encararmos os nossos dramas, o nosso orgulho, jogar os sonhos de amor e realização fora e ver onde estamos nos travando e o que podemos fazer para estarmos bem. Acabar com o nosso mimo, acabar com a interpretação (normalmente errada) que fizemos do fato e olharmos sob outra perspectiva. Nós nos deixamos ficar por baixo e depois queremos que o
outro nos levante. Gente! Não é assim. Eu preciso me por em pé, eu preciso me assumir, assumir responsabilidade pela minha felicidade, eu é que tenho que mudar. Não adianta querer trocar a alça da mala e deixar a mala ser a mesma. O que adianta é eu ver porque carrego tantos sonhos. Não adianta trocar de parceiro se nós continuamos os mesmos.
Se queremos um amor real é preciso encarar a nossa realidade e a do outro. É um trabalho interior constante. Tirar nossos mimos, nossas protecções, sair de nossa imagem e viver nossa verdade. Ninguém muda ninguém. Nós só mudamos por nós mesmos. Mudamos quando aceitamos a nossa realidade. Se não conseguimos aceitar a nós, não conseguimos aceitar o outro. Cada um é só aquilo que é. Sem portas fechadas, se está fechada foi porque eu fechei. O coração é uma porta que só abre por dentro. Gostar é bom, mas exige inteligência, exige disciplina interior. Tudo há de começar por nós. Ninguém dá o que não tem. Não há formas para nos adaptarmos. Não há fórmulas de relacionamentos perfeitos. Primeiro, precisamos acertar as coisas connosco, depois com outro. Entender os nossos limites para poder entender os limites do outro. Sem isso acabamos por cobrar dele aquilo que não damos para nós mesmos. Ninguém é modelo. Somos diferentes. Nossa indignação nunca é justa, pois com ela demonstramos nossa recusa em aceitar a individualidade do outro. Pare de pedir ao mundo o que só você pode fazer por você. O outro não é remédio para tuas dores. Talvez você ache difícil essa tarefa. Talvez você não saiba como fazê-la. É possível, às vezes não sabemos mesmo. Então a atitude positiva é a ajuda. Quando nos colocamos no bem , tudo fica bem. Afinal nós somos a causa de tudo.
Autor desconhecido

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