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Portais de Luz » Religiões » Umbanda » AS CRIANÇAS NA UMBANDA.

AS CRIANÇAS NA UMBANDA.

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1 AS CRIANÇAS NA UMBANDA. em Qui Maio 09, 2013 7:57 pm


A Linha das Crianças, cujos membros baixam nos centros de Umbanda é de todas a mais misteriosa.
Esses espíritos infantis nos surpreendem pela ternura, inocência, argúcia, carinho e amor que vibram quando baixam em seus médiuns.
O arquétipo não foi fornecido pelo lado material da vida, pois uma criança com seus 7, 8 ou 9
anos de idade, por mais inteligente que seja, não está apta intelectualmente a orientar adultos atormentados por profundos desequilíbrios no espírito ou na vida material.
Quem forneceu o arquétipo foram os seres que denominamos “encantados da natureza”.
Não foi baseado em espíritos de crianças que desencarnaram que essa linha foi
fundamentada e sim, nas crianças encantadas da natureza amparadas pelos orixás, que os acolhem em seus vastos reinos na natureza em seu lado espiritual e os amparam até que cresçam e alcancem um novo estágio evolutivo, já como espíritos naturais.
Os espíritos que se manifestam na linha das crianças atendem pessoas e auxiliam-nas com seus passes, seus benzimentos e suas magias elementais, tudo isso feito com alegria e simplicidade enquanto brincam com seus carrinhos, apitos, bonecas e outros brinquedos bem caracterizadores do seu arquétipo. Ele é tão forte que adultos encarnados sisudos se transfiguram e se tornam irreconhecíveis quando incorporam suas “crianças” ou Eres.
A presença desses espíritos infantis é tão marcante que mudam o ambiente em pouco tempo, descontraindo todos os que estiverem à volta deles.
Todo arquétipo só é verdadeiro se for fundamentado em algo pré-existente. O arquétipo “Caboclo” fundamentou-se no índio brasileiro e no sertanejo mestiço. O arquétipo “Preto-Velho” fundamentou-se no Preto já ancião, rezador, mandingueiro e curador.
O arquétipo “Criança” fundamentou-se na inocência, na franqueza e na ingenuidade dos seres encantados ainda na primeira idade: a infantil.
E, caso não saibam, há dimensões inteiras habitadas por espíritos nesse estagio evolutivo, conhecido no lado oculto da vida como “estágio encantado”. Nessas dimensões da vida vivem eles e suas mães encantadas, todas elas devotadas à educação moral, consciencial e emocional, contendo seus excessos e direcionando-os à senda evolucionista natural, pois eles não serão enviados à dimensão humana para encarnarem.
A elas compete supri-los com o indispensável para que não entrem em depressão e caiam no autismo ou regressão emocional, muito comum nessas dimensões.
Nelas há reinos encantados muito mais belos do que os “contos de fadas” do imaginário popular foi capaz de descrever ou criar.
Cada reino tem uma Senhora, uma mãe encantada a regê-lo. E há toda uma hierarquia a auxiliá-la na manutenção do equilíbrio para que os milhares de espíritos infantis sob suas guardas não regridam, e sim, amadureçam lentamente até que possam ser conduzidos ao estágio evolutivo posterior. O arquétipo é forte e poderoso porque por trás dele estão as Mães Orixás, sustentando-o, e também estão os Pais Orixás, guardando-o e zelando pela integridade desses espíritos infantis.
A literatura existente sobre esse estágio se restringe a alguns livros de nossa autoria que abordam o estágio encantado da evolução dos espíritos.
Mas que ninguém duvide da sua existência, porque ele realmente existe e não seriam
“crianças” humanas recém-desencarnadas e que nada sabiam de magia ou de orixás que iriam realizar os prodígios que os “Erês” realizam em benefício dos frequentadores das suas sessões de trabalhos ou com as forças da natureza quando são oferendados em jardins, à beira-mar, nas cachoeiras ou em bosques frutíferos.
Há algo muito forte por trás do arquétipo e esse algo são os Orixás encantados, os regentes da evolução dos espíritos ainda na “primeira idade”.
Para conhecerem melhor o estágio encantado da evolução, recomendamos a leitura do livro de nossa autoria A Evolução dos Espíritos, editado pela Madras.


Por Pai Rubens Saraceni.

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ERÊS, A LINHA DAS CRIANÇAS E A EVOLUÇÃO DOS SERES ENCANTADOS.
Artigo enviado por Pablo Araujo.


A linha das crianças dentro da Umbanda é uma das principais linhas de trabalhos, é uma das vigas mestras da religião, pois desde o inicio da religião juntamente com as linhas de caboclos e pretos-velhos já se faziam presentes e realizavam excelentes trabalhos de curas e aconselhamento, tudo de uma forma pura e singela que é a forma característica desses seres infantis.
Essa é uma linha espiritual que desde sua primeira manifestação deixara alguns pontos de interrogação, tais como: de onde vêm esses espíritos infantis? Como e quando desencarnaram?
O desencarne ainda se deu em tenra idade? E muitas outras perguntas que intrigavam e ainda intrigam as mentes dos médiuns que os manifestam.
Pois bem, aprendemos que esses espíritos infantis, não são espíritos humanos de crianças que tiveram uma passagem na carne e que desencarnaram em tenra idade, e sim que são espíritos infantis que segue uma evolução em uma realidade paralela a nossa e que são regidas por outros princípios.
Nessa dimensão paralela esses espíritos ao serem gerados por Deus, passam a ser adotados por um par de Orixás que serão seus tutores até que criem maturidade e passem para outro estagio evolutivo já maduros e adultos, sendo uma réplica do seu orixá tutelar.
Aprendemos que cada Erê tem a regência do seu pai e mãe orixá, uns são filhos de Iansã e ogum, outros de Oxossi e oxum, outros de Oxalá e Yemanja, etc. Perguntamos: Erê qual é o seu nome, a tio meu nome é Pedrinho da praia, meu papai é Xangô e minha mamãe é Yemanja.
Esse ser infantil ou Erê quando se tornar maduro e passar para outro estagio evolutivo já como um espírito adulto ele será um Xangô intermediador ligado aos mistérios da vida que é o campo de Yemanja. Esses seres infantis não são eternas crianças e sim têm o seu estagio evolutivo deixando de ser crianças e passando a ser um jovem já em outro estagio e plano natural evolutivo.
Pois daí em diante desdobrara toda a natureza que herdou de seu pai e mãe como qualidades que os distinguiram.
Sendo assim o nosso pai Orixá Ogum pessoal que nós incorporamos nas giras de Umbanda, assim como todos os nossos Orixás pessoais, não foram gerados por Olorum (Deus) como orixás já maduros e completos, esses mesmos orixás pessoais que incorporamos hoje já foram os Erês de ontem, embora ate chegarem a esse estagio atual tenha se passado milhares de anos, pois a evolução deles se processa de forma mais natural e menos acelerada que a nossa humana.
Agora os Orixás Maiores, esses sim foram gerados por Deus plenos em si, pois são qualidades Dele que se individualizaram, sendo assim O Pai Ogum Maior, foi gerado por Olorum (Deus) como o manifestador de sua qualidade ordenadora, portanto já fora exteriorizado como uma Divindade-Mistério plena em si mesmo, Assim como tosos os outros Orixás Maiores.
Voltando a linha dos Erês, este estagio encantado da vida onde a evolução destes espíritos infantis se processa, eles são regidos por dois pares de Divindades-Mistério que são Orixás Maiores e que regem o mistério da renovação e o da concepção da vida no qual na Umbanda os denominamos de Orixá Maior Oxumarê e Orixá Maior Oxum. Esses orixás são os orixás patronos e regente de todos os estágios infantis, pois criança é sinônimo de renovação e concepção.
Já como polos opostos complementares dessa mesma linha, temos dois pares de Divindades-Mistério que são Orixás Maiores e que regem o mistério da estabilidade e da maturidade e senilidade na vida, no qual na Umbanda os denominamos de Orixá Maior Omolu e Orixá Maior Nanã Buruque, orixás responsáveis por este estagio da evolução que é simbolizado pelo mistério ancião, e um dos espíritos manifestadores desse mistério são os pretos-velhos.
Sendo assim temos dois polos opostos de uma mesma linha que se complementam, pois
um esta na renovação e concepção e outro esta na estabilidade e maturidade, um rege a criança imatura em tenra idade e outro rege o velho, sábio e maduro no tempo. Velho este que já foi criança e que se renova em seus netos ainda dando os seus primeiros passos na vida. Neto esses que luta para evoluir e acompanhar os passos de seus pais e avós.
Assim é a linha das crianças que amadurecerão em seus pais e avós e assim e a linha dos pretos-velhos que se renovarão em seus netos, assim e a linha da evolução, assim é a linha da Umbanda Sagrada.
Saravá Umbanda

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