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Portais de Luz » Religiões » Umbanda » Desenvolvimento Mediúnico

Desenvolvimento Mediúnico

Ir em baixo  Mensagem [Página 1 de 1]

1 Desenvolvimento Mediúnico em Sab Maio 04, 2013 5:43 pm

Convidado


Convidado
O porquê do desenvolvimento mediúnico

A mediunidade é vista por muitos como um grande fantasma, algo que deve ser tratado e retirado da vida de uma pessoa já que ela é responsável por prováveis malefícios na sua vida. Já por outros é vista como um carma, algo pesado que se tem para carregar. Outros ainda consideram-na como um dom que nos torna muito especiais. Mas será que realmente ela é prejudicial, um fardo ou algo exclusivo?

Segundo ensinamentos espirituais, 30% das pessoas já nascem portadoras de faculdades mediúnicas plenamente desenvolvidas, sejam elas conquistadas noutras vidas ou no tempo em que estiveram no astral.
Isso acontece por a mediunidade ser uma das mais poderosas ferramentas para o desenvolvimento consciencial e espiritual do ser humano.

Independentemente da crença religiosa de cada um, é notório que quase todas (para não dizer todas) as filosofias espirituais e religiosas vieram por inspiração ou pelo ensinamento de seres espirituais considerados de alto grau ou luminosidade e que as mesmas serviram como regra ou padrão para um desenvolvimento equilibrado e natural da humanidade. Claro que temos que levar em conta a cultura local e a época em que foram passadas tais orientações.

A humanidade evoluiu e, consequentemente, as religiões e a espiritualidade como um todo, adaptando-se aos novos meios e aos novos tempos, sem nunca deixarem de ser o que são: vias de desenvolvimento humano.
Vimos também em relatos históricos que a queda de antigas civilizações se deu ao facto do afastamento progressivo da sua sociedade das condutas religiosas, espirituais e éticas propagadas pelas mesmas, pois estas serviam para manter uma estabilidade e um equilíbrio no seu meio.
Sabemos que alguns vão dizer que alguns conceitos ficaram ultrapassados e ilógicos. Vamos ter que concordar. Afinal de contas, tudo evolui. Mas também sabemos que alguns deles sempre estiveram, estão e estarão correctos por serem verdades irrefutáveis.
Não vamos aqui falar de conceitos religiosos verdadeiros ou falsos, mesmo porque cada religião e sociedade têm os seus próprios meios de os ver, interpretar e entender e não somos nós que iremos armar-nos em donos da verdade.

“É tolo aquele que deseja uma prova do que não pode perceber;
E é estúpido aquele que tenta fazê-lo acreditar.”


William Blake

Mas quando nos afastamos de Deus e dos seus valores eternos e internos, passamos a criar desequilíbrios pessoais e interiores. Isso é um facto e se isso acontece em larga escala, com certeza criaremos também problemas sociais.

E o que isso tem a ver com mediunidade?
Tudo – respondemos nós.

Acreditamos que muitos já devam ter ouvido falar de um “tal” de desequilíbrio mediúnico que leva tantas pessoas a sofrer. Mas será mesmo que a mediunidade se desequilibra?

De forma nenhuma – respondemos nós – pois a mediunidade é um sentido, uma capacidade natural do ser humano de se conectar com o invisível ou, se os mais cépticos preferirem, com o abstracto. Porém, se não fosse pela nossa condição mediúnica, inerente a todo o ser humano, não seríamos capazes de realizar uma única oração que fosse. Ou não é verdade que o acto de rezar é uma forma de se comunicar com planos espirituais ou invisíveis?

E sentido é algo que não se desequilibra, mas pode dar “defeito” ou ser mal utilizado, por exemplo: uma pessoa que só vê maldade em tudo, é a sua visão que está em desequilíbrio ou é um desequilíbrio da sua personalidade (maldosa)? Diferente de uma pessoa que passa a ter problemas de visão ou fica cega pois deixa de ver com nitidez ou mesmo de todo, certo?

Pois bem, por acreditar que quem desequilibra a sua condição mediúnica é o próprio médium, através dos seus próprios comportamentos psíquicos, emocionais e sociais (independentemente dos motivos que o levaram a isso), achamos que um reencontro desse mesmo médium com Deus, através de uma religião, é capaz de equilibrá-lo novamente. O ensino de Deus, das Suas divindades e dos valores morais ligados a Ele e a ela (religião), não só o ajuda na sua transformação interior como também no seu fortalecimento e equilíbrio enquanto indivíduo. A isso também chamamos de desenvolvimento mediúnico, pois o acto de desenvolver a mediunidade não pode ficar apenas no exercício e no treino mediúnico. É preciso antes ensinar, pois se não houver um entendimento da mesma não irá ter o resultado almejado, que é o bem-estar do indivíduo. Por isso é tão comum um médium ir um templo umbandista e escutar da entidade “ filho, o seu problema é mediunidade e você precisa desenvolvê-la para melhorar”, porque um desenvolvimento mediúnico bem orientado ajuda a desenvolver a consciência de que é preciso também uma transformação interior que o ligará novamente a Deus, Suas Divindades e Seus princípios Divinos que o fortalecerão e o equilibrarão.

Claro que sabemos que uma actividade mediúnica fora de controlo, seja numa criança, num jovem ou mesmo num adulto, torna o ser muito mais sensível aos problemas do meio, deixando-o triste e perturbado psicologicamente, desinteressado pela vida, criando vários bloqueios e problemas físicos, psíquicos, materiais, profissionais, sentimentais, etc., que precisam ser orientados e cuidados.

Por isso a Umbanda utiliza o recurso mediúnico de incorporação para o equilíbrio e fortalecimento interior dos seus médiuns que, através dos seus Guias, passam a fortalecer-se, a aprender e, com o tempo, através deles e das suas bases, orientar os consulentes que comparecem nas suas sessões religiosas ou giras em busca de força, saúde, equilíbrio e felicidade para as suas vidas.

(www.lendasdearuanda.com)



Última edição por Gwenhwyfar em Sab Maio 04, 2013 5:46 pm, editado 1 vez(es)

2 Re: Desenvolvimento Mediúnico em Sab Maio 04, 2013 5:46 pm

Convidado


Convidado
Desenvolvimento mediúnico

O desenvolvimento mediúnico dá-se de várias formas e por várias vias, mas na Umbanda dá-se principalmente de duas formas: recebendo orientações e realizando as oferendas muitas vezes solicitadas pelas entidades e/ou “puxando” suas entidades.

Como dissemos num texto anterior, o desenvolvimento mediúnico na Umbanda é muito mais do que simplesmente ir a uma gira e ficar “puxando” as suas entidades pois é um acto de desenvolvimento do indivíduo como ser através do uso da “ferramenta” mediúnica. E, tal como falámos linhas acima, que fique bem claro que não são só aqueles que “puxam” as suas entidades que desenvolvem a sua mediunidade. O consulente também a está a desenvolver. Não é verdade que quando as entidades nos mandam fazer determinados trabalhos estamos entrando em contacto com o mundo espiritual e magístico que a Umbanda oferece e que também estamos exercendo uma acção mediúnica e nos favorecendo através dela?

Porém o desenvolvimento mediúnico prático, ou seja, através da “puxada” das suas entidades, oferece ao médium principiante mais recursos para que se torne mais rápido o seu aperfeiçoamento como ser.
Por isso muitos templos de Umbanda abrem trabalhos ou cursos de desenvolvimento mediúnico, visando a dar ao novo médium ferramentas para o seu crescimento e fortalecimento como indivíduo.

Porém, a mediunidade de Umbanda, ou a forma de actuação de um médium umbandista, difere muito de outras características mais pacíficas de outros segmentos espirituais e religiosos, porque possui um potencial anímico muito forte pois os guias espirituais que se manifestam trazem nos seus arquétipos uma maneira muito especial de se manifestar, sempre carregada de um personalismo muito forte. Isso marca e define a incorporação umbandista, o que leva os dirigentes da casa a ter atenção aos desequilíbrios emocionais dos médiuns que, muitas vezes, são levados pela “euforia” dessa sua nova experiência.

Este “entusiasmo” que o motiva a superar uma série de obstáculos que aparecem no início da sua nova jornada e a amar esse novo mundo que se apresenta, pode levá-lo também, se não for bem orientado, a um processo de animismo, que é quando o médium é movido por uma grande vontade de se desenvolver e trabalhar se manifesta como se fosse a entidade.

Esse processo comum a muitos iniciantes é muitas vezes imperceptível ao próprio médium que, de tão envolvido no seu processo de aperfeiçoamento, não consegue perceber a sua influência no processo de manifestação da entidade. Esse tipo de desequilíbrio só pode ser resolvido com humildade e resignação por parte do médium iniciante que, infelizmente, por vezes, acaba por se afastar do seu desenvolvimento espiritual justamente por ser chamado a atenção ou por achar que não é reconhecido pelo “seu trabalho” pelo dirigente da casa. Esse processo é totalmente diferente da famosa mistificação que é quando uma pessoa de forma propositada se faz passar por Guias Espirituais com o único propósito de enganar o seu semelhante.

Porém, o médium que se afasta no seu orgulho e na sua impaciência, muitas vezes acaba por ser aproveitado por espíritos de pouca índole e vira marioneta do mesmo, pois na sua vaidade continuamente estimulada pelos “novos colegas” começa a achar-se alguém especial e, às vezes, portador de faculdades mediúnicas únicas.

Por isso um médium, seja ele de que religião for, não deve assumir para si os louvores dos trabalhos realizados pelas suas entidades e deve ter a paciência necessária para que possa realizar um bom trabalho, primeiro em benefício próprio.

Como diz o preto velho Pai Tião: [i]“aquele que se esquece de si mesmo, também se esquece de Deus”[/i]. Só depois de ter a firmeza e o conhecimento mínimo para se ajudar é que pode começar a fazer por ajudar o outro.

(www.lendasdearuanda.com)

Existem varias formas de se desenvolver a mediunidade, ou seja: de coloca-la em ação! Uma delas é a desenvolvida pelo Espiritismo.
Outra, mais antiga, é a desenvolvida pelo Candomblé aqui no Brasil, a mais de 200 anos e que veio da Mãe África.
Uma terceira forma é a desenvolvida pela Umbanda, aqui no Brasil.
Em alguns centros o desenvolvimento consiste em colocar quem é medium de incorporação dentro da corrente de trabalhos espirituais, aonde ele vai aprendendo lentamente sobre todo o ritual e de vez em quando o guia chefe “puxa o guia dele”.
Em outros o desenvolvimento é feito em um dia à parte, só com a participação dos mediuns já desenvolvidos e os que estão se desenvolvendo, com os mais “velhos” auxiliando os mais “novos” a darem seus primeiros “passos”.
Eu adoto a forma que aprendi e que consiste em reunir em dia especifico, e à parte do trabalho de atendimento ao público, as pessoas com mediunidade de incorporação.
Abrimos os trabalhos com esta função: Desenvolver a mediunidade de incorporação nas pessoas que a possuem a faculdade de incorporar espiritos.
Neste dia não se realiza atendimento a pessoas visitantes e desde o começo ao fim tudo que é feito tem o propósito de desenvolver a mediunidade.
Se houver quem toque os atabaques e cante conduzindo as manifestações, ótimo!
Se não houver, os mediuns mais velhos cantam e batem palmas para auxiliar na incorporação dos que vieram para se desenvolver.
Por vários anos, logo depois que abri o meu próprio centro, em 1983, como não tínhamos uma Curimba, eu gravei em fitas K-7 pontos de Umbanda, em uma só com pontos de Ogum, em outra só com pontos de Oxum, etc.
E, após a abertura da Gira, um auxiliar colocava uma delas e os Guias conduziam o trabalho auxiliando os novos mediuns a incorporarem os deles, sempre em acordo com os pontos do Orixá que estavam sendo tocados.
Se eram pontos de Oxossi, os mediuns em desenvolvimento eram auxiliados a incorporarem seus caboclos de Oxossi, isto para os que tinham acabado de entrar na corrente mediúnica, porque os que já haviam sido auxiliados durante algumas giras já dispensavam o auxilio e incorporavam sozinhos, só observados pelos Guias responsáveis pelo desenvolvimento deles.
Quando estavam incorporando bem os seus guias elas passavam a auxiliar nos trabalhos de atendimento público até seus guias pedirem para começar a atender consulentes porque seus mediuns estavam prontos, ou quando o guia chefe determinava que o medium, já preparado por ele começasse. E isto é assim até hoje em meu centro!
Com o passar do tempo a corrente cresceu e muitos mediuns, alguns com ótimas vozes começaram a conduzir a parte musical do desenvolvimento, quando cantavam e batiam palmas criando toda uma vibração propiciadora da incorporação.
Naquela época eu não usava os atabaques porque o centro era no meio de um bairro residencial e só vim a utiliza-los quando abri o colégio de Umbanda no bairro do Belém, em um local comercial.
Há alguns anos atrás divulguei muito a idéia de os centros de Umbanda ter um dia só para o desenvolvimento e que chamassem todas as pessoas que vão ao trabalho espiritual e que ouvem os Guias lhes recomendarem que desenvolvam suas mediunidades de incorporação, porque é divido elas estarem em desequilíbrio que sofrem com o assédio de espiritos sem luz.
Não que muitos centros já não fizessem isto, pois faziam e muito bem.
O objetivo era estimular todos terem um dia voltado só para o desenvolvimento mediúnico, tal como é feito no Espiritismo.
Muitos que não faziam separação de giras acharam ótima a sugestão e começaram a ter um dia dedicado só para os novos mediuns.
Outros não gostaram da sugestão e começaram a espalhar que eu queria mudar a Umbanda.
Dividido entre os elogios e as criticas, pois minha intenção era no sentido de ajudar a Umbanda crescer incorporando mais e mais pessoas com a mediunidade de incorporação, parei de falar em desenvolvimento mediúnico nos moldes de
uma “escola”.
Mas várias pessoas que criaram suas escolas de desenvolvimento mediúnico umbandista, uns com cursos só teóricos e outros com o desenvolvimento envolvendo tanto a teoria quanto a pratica da incorporação, mas com todos
ajudando o crescimento da Umbanda, porque desmistificam o ato de incorporar espiritos, colocando para todos os que possuem esta faculdade mediúnica que é possível desenvolve-la sem traumas ou medos.
Parei de estimular publicamente a criação de “Escolas de desenvolvimento mediúnico umbandista” em respeito aos que são contrários a elas.
Mas, e isto é minha opinião, acredito que seja uma boa sugestão para que os centros de Umbanda possam acolher tantas pessoas com esta faculdade mediúnica, que, se não for bem cuidada, só as prejudicará.
Ou não é isto que todos os nossos Guias Espirituais recomendam às pessoas possuidoras dela, ao lhe dizerem que só melhorarão se desenvolverem a mediunidade?
Eu acredito que todos os centros deva ter um dia dedicado só para o desenvolvimento de mediuns.
E não creio que esteja cometendo nenhuma afronta aos Orixás ou à Umbanda ao crer nisso e realizar o desenvolvimento nos moldes de uma escola.
Se escrevo isto e torno pública através deste jornal a minha opinião, é porque li em outro jornal umbandista que quem estimula ou oferece desenvolvimento mediúnico umbandista, assim como divulga que a mediunidade de incorporação
é a base humana da Umbanda serão punidos por nosso Pai Ogum, por que criam situações vergonhosas para a nossa religião.
Estimular o desenvolvimento mediúnico umbandista e ensinar que a base humana da Umbanda é formada por mediuns de incorporação não é um ato vergonhoso para a Umbanda e, com toda certeza os Oguns dos que já tiveram a oportunidade de se desenvolverem concordam plenamente conosco, os que acreditamos que só desenvolvendo novos mediuns a umbanda crescerá cada vez mais.
Ensinar que a base humana da Umbanda é formada por pessoas possuidoras da mediunidade de incorporação, que, incorporados pelos seus guias, cumprem com o que determinou o Senhor Caboclo das Sete Encruzilhadas, não só não esta errado, como é uma verdade que deve ser ensinada aos seguidores dela.
Situação vergonhosa para a Umbanda é vermos alguém usar de um meio de divulgação para atacar o trabalho alheio de uma forma tão abjeta, porque sabe que fui eu quem sugeriu a criação de “Escolas de desenvolvimento umbandista”,
que fui eu que escrevi e ensino que a base humana da religião de Umbanda é formada pelo seu “Corpo de Mediuns”, assim como ensino que o verdadeiro “Templo de Umbanda” é o medium umbandista bem desenvolvido, porque é através dele que a religião flui e se realiza na vida das pessoas atendidas pelos seus guias espirituais.
O espaço físico de cada centro de Umbanda é o local de reunião dos mediuns, cada um deles o verdadeiro templo através do qual seus orixás e seus guias se manifestam e fazem a Umbanda se realizar como religião mediúnica.
O que ensino, pratico e divulgo através dos meios ao meu alcance esta amparado pela força espiritual que me guia e me orienta não só não é vergonhoso para a Umbanda, como tem ajudado muitas pessoas possuidoras de mediunidade
a se desenvolverem, procurando nos centros que conhecem a ajuda necessária para tanto.
E, se fosse verdade o que escreveram no tal jornal de umbanda, Ogum já teria me punido, porque ensino isto desde muito antes de a pessoa que escreveu esse absurdo ter se formado comigo no tempo em que pertenceu à corrente mediúnica do meu centro, de onde saiu muito bem preparada mediunicamente para abrir o dela, que foi cruzado pelo senhor Ogum Beira Mar, que me ampara e me sustenta neste meu trabalho em prol do crescimento da Umbanda.
Só não cito aqui o nome do tal jornal de umbanda ou da pessoa que escreveu esse absurdo, porque ela não citou o meu nome e nem o do Jornal Nacional de Umbanda, em cujas páginas sempre saem artigos, não só meus, estimulando o desenvolvimento mediúnico umbandista.
Mas, como a pessoa, seguindo o nosso exemplo, também esta enviando seu jornal de umbanda pela internet aos seus leitores, e sem nos dar o credito por mais esta inovação dentro da Umbanda, recorro ao Jornal Nacional da Umbanda para responder-lhe.
Lá, no outro lado, veremos quem irá responder aos pés de Oxossi, de Ogum e de Oxalá pelos seus atos e pelo que ensina...
e pelo que escreve só para denegrir o trabalho alheio!

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