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Portais de Luz » Religiões » Catolicismo » O Cenário.

O Cenário.

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1 O Cenário. em Dom Nov 18, 2012 6:18 pm




Já tínhamos delineado uma hipótese experimental que propunha a existência de uma linhagem descendente de Jesus.

Começámos nesta altura a desenvolver essa hipótese e - embora ainda a título provisório - a preencher vários detalhes cruciais. À medida que o fazíamos, o quadro geral começou a ganhar coerência e plausibilidade.
Parecia cada vez mais claro que Jesus era um padre-rei - um aristocrata e pretendente legítimo ao trono - que embarcara numa tentativa de recuperar a sua herança legítima. Era natural da Galileia, uma fonte tradicional de oposição ao regime de Roma. Ao mesmo tempo, teria inúmeros apoiantes nobres, ricos e influentes, por toda a Palestina, incluindo na capital, Jerusalém; e é possível que um destes apoiantes, um poderoso membro do Sinédrio, fosse também seu familiar. Além disso em Betania, subúrbio de Jerusalém, ficava a casa da sua mulher ou da família da sua mulher; e foi aqui que residiu o padre-rei, nas vésperas da sua entrada triunfal na capital. Aqui estabeleceu o centro do seu misterioso culto. Aqui engrossou o número dos seus seguidores através de iniciações rituais, incluindo a do seu cunhado.

Este padre-rei aspirante teria gerado uma oposição poderosa em certos quadrantes - inevitavelmente entre a administração romana e talvez entre alguns interesses judaicos estabelecidos, representados pelos saduceus. Uma ou ambas estas facções terão aparentemente conspirado para frustrar a sua subida ao trono. Mas, na sua tentativa de o exterminar, não tiveram tanto sucesso como esperavam. Pois, segundo parece, o padre-rei tinha amigos em lugares elevados; e estes amigos, trabalhando em conivência com um procurador romano corrupto e facilmente subornável, parecem ter engendrado uma crucificação fingida - em terrenos privados, acessível apenas a alguns eleitos. Com a população em geral a uma distância conveniente, foi então encenada uma execução - na qual um substituto tomou o lugar do padre-rei na cruz, ou na qual o padre-rei, embora crucificado, não terá morrido. Ao crepúsculo - o que diminuiria ainda mais a visibilidade - foi removido um "corpo" para um túmulo oportunamente adjacente, do qual, um ou dois dias depois, este corpo desapareceu "miraculosamente".

Se o nosso cenário estivesse correcto, para onde teria então ido Jesus? Para a nossa hipótese relativamente à linhagem, a pergunta não tinha qualquer importância. De acordo com certas lendas islâmicas e indianas, ele terá eventualmente morrido de idade avançada, algures no Oriente - Caxemira é a hipótese mais frequentemente avançada. Por outro lado, um jornalista australiano avançou com o argumento intrigante e persuasivo de que Jesus terá morrido em Masada, quando a fortaleza caiu nas mãos dos Romanos em 74 d.C. - altura em que teria aproximadamente oitenta anos.

Segundo a carta que tínhamos recebido, os documentos encontrados por Bérenger Saunière em Rennes-le-Château continham "prova irrefutável" de que Jesus ainda estava vivo em 45 d. C, mas não há indicação quanto ao local. Uma possibilidade provável seria o Egipto, mais especificamente Alexandria - onde, mais ou menos na mesma altura, se diz que o sábio Ormus terá criado a Rosa-Cruz, ao fundir o cristianismo com mistérios pré-cristãos mais antigos. Chegou-se mesmo a sugerir que o corpo mumificado de Jesus pudesse estar escondido algures nos arredores de Rennes-le-Château - o que explicaria a mensagem cifrada nos pergaminhos de Saunière "il est la mort" ("Ele está lá morto").
Não estamos preparados para afirmar que ele tenha acompanhado a família para Marselha. Na verdade, as circunstâncias parecem ser contra esta possibilidade. Provavelmente não estaria em condições de viajar, e a sua presença constituiria uma ameaça à segurança dos seus familiares. Pode ter considerado mais importante permanecer na Terra Santa - tal como o seu irmão, São Tiago - para lá prosseguir com os seus objectivos. Em suma, não podemos avançar com nenhuma sugestão concreta sobre o seu destino - tal como os Evangelhos não avançam.
Contudo, para a nossa hipótese, o que aconteceu a Jesus tem menos importância do que o sucedido à sagrada família - e principalmente ao seu cunhado, mulher e filhos. Se o nosso cenário estiver correcto, estes, juntamente com José de Arimateia e alguns outros, foram clandestinamente retirados da Terra Santa, de barco. E, quando desembarcaram em Marselha, Madalena traria realmente consigo para França o Sangraal - o "sangue real", o descendente da casa de David.

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