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Portais de Luz » Religiões » Umbanda » Umbandoterapia – A Terapia de Umbanda - POR Heldney Cals

Umbandoterapia – A Terapia de Umbanda - POR Heldney Cals

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Umbandoterapia – A Terapia de Umbanda
“Homem, conheça-te a si mesmo, para poder conhecer os deuses e reconhecer o Deus que habita em ti”.
Hipócrates
Quanto se diz que a Umbanda é muito mais do que uma religião, tenho que dá toda razão pois a Umbanda fornece um mundo de possibilidades, muitas vezes despercebidas por seus adeptos.
Uma delas é a capacidade terapêutica que a Umbanda possui de forma intrínseca nos seus trabalhos mediúnicos.
Hoje dentro do segmento espiritualista em geral, muito se valoriza a palavra terapia, mas será que existe uma compreensão real desse termo?
Terapia, é um termo oriundo do grego que significa “servir a Deus”, ou “tratar através deDeus”, ou seja, é um conjunto de processos que visam o alívio ou a cura de determinados problemas através de Mistérios Divinos.
A busca da cura através de Deus, do sagrado sempre existiu e continuará a existir sempre. A prova disso é procura crescente que as terapias com enfoques espiritualistas ou holísticos têm tido nos últimos anos, visto que a nossa ciência clássica nem sempre é possuidora de todas as respostas, pois na realidade nada é.
É interessante é observar que mesmo dentro das atuais ferramentas holísticas cada vez mais nos afastamos do conceito de Deus e tentamos “cientificar” os ensinamentos, ou fundamentos das mesmas, tornando-a mais próxima da medicina alopática. Não é que exista algo de errado com o modelo citado, mas sua ação e fundamentação são diferentes das dos modelos espirituais.
Assim, entendendo que terapia é curar com ou através Deus, encontramos na Umbanda um excelente agregado de métodos e experiencias que tratam os mais variados tipos de problemas.
Na Umbanda temos: Olorum (Deus); Orixás (divindades); Guias espirituais (Mestres de Luz); Conceitos, doutrina e liturgia religiosa; Magia; Passe energético e espiritual; Alinhamento de chacras; Mediunidade; Desobsessão; Quebra de Magia Negativa; Aconselhamento espiritual; e tantos outros recursos que visam o equilíbrio, o bem-estar, a transformação e desenvolvimento humano, que o leva a processos de cura em vários campos e sectores da vida.
Mas como se processa a terapia na Umbanda?
Podemos dizer que essa terapia espiritual, mágistica e religiosa da Umbanda se processa através de vários métodos e estados diferentes. Pois o processo se dá tanto nos assistentes como nos seus médiuns.
Sem quereremos estabelecer uma ordem, vamos formata-la da seguinte forma:
1. O consulente, que já cansado de tentar auxílio de várias outras maneiras, procura na Umbanda o “milagre” que transformará sua vida.
Normalmente esse primeiro contacto se dá em busca de soluções quotidianas, que os Guias tentam, dentro do possível, auxiliar da melhor maneira, aconselhando, realizando passes espirituais e receitando alguma oferenda de modo a criar um campo propicio e propiciador dos objetivos por ele (o Guia) pretendido.
Aqui as coisas podem seguir duas vertentes:
O consulente sente rápidas melhoras e isso traz uma maior confiança e abertura de sua parte, o que facilita muito a ação de sua cura e transformação interior.
O consulente não sente melhoras, ou se recusa a escutar os conselhos dos Guias;
Aqui também temos duas variantes:
a) Aqueles que não querem melhorar ou aprender, e esperam que os outros e a vida façam tudo que eles querem param se sentirem melhor.
b) E aqueles que querem entender e aprender como podem fazer para se ajudar; claro que esse comportamento está implícito no primeiro caso (o que sentiu melhoras).
Nesse caso como no primeiro, é normal que o iniciante na umbanda queira aprender um pouco sobre o novo universo que a ele se apresenta.
Na sua busca de entendimento ele logo se depara com uma das leis básicas da umbanda: “Quem deve paga. Quem merece recebe!”
Essa lei flui de forma natural a todos nós e todos a achamos justa, e logo esse consulente quer saber mais, pois interessa a ele também ou se tornar mais merecedor.
2. Aqui começa a segunda etapa, a do aprendizado, o da instrução e a doutrinação.
Lembro que esse processo dura a vida toda, o tempo todo temos que procurar, aprender, se conhecer e se melhorar.
Nesse processo o iniciado vai aprendendo, conhecendo, se auto avaliando, se autotransformando e se melhorando. E a medida que essa transformação, essa melhora acontece, um novo ser começa a surgir, sua maneira de ser e estar com os outros, com sigo mesmo, com a vida também se transforma, o que inevitavelmente trará uma nova consciência e posteriormente novas consequência e situações mais favoráveis a esse novo momento, como também novos desafios.
E a medida que novos desafios acontece ele quer saber mais, quer aprender sobre Deus e seus mistérios, vai conhecendo sobre ele mesmo e quer mais meios e força para supera-los. Nesse período o consulente já alterou sua fé, já enxerga Deus, os Orixás, os Guias de uma outra forma, ele já não escuta os Guias unicamente como o aflito que quer ver resolvido seus males, ele escuta como aquele que acredita, que confia, que de todo coração quer crescer, se desenvolver e se tornar uma pessoa melhor.
E tudo isso, ele passa muitas vezes sem se aperceber, pois o processo é quase sempre muito subtil.

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3. Normalmente aqui começa um terceiro estágio de seu tratamento, de seu desenvolvimento e ele é convidado por um dos Guias da casa a se desenvolver de uma forma mais ativa sua mediunidade; pois até então ele só a desenvolvia através de comunicação com os Guias e com alguns rituais e orações.
4. Aqueles que aceitam, começam a desenvolver sua mediunidade de Umbanda de uma forma mais activa e o processo de cura se torna mais intenso, pois ele vai aprendendo a sentir o sagrado “dentro” dele de uma outra forma. Ele começa a sentir a força dos Guias, dos Orixás e esse sentir já faz por si mesmo uma transformação, já faz uma cura.
Com o tempo, ele começa a prender com seus Guias, pois a medida que seus Guias vão aconselhando, ensinado outros assistentes, vão ensinando a seu médium também. Ele vai aprendendo uma nova forma de ver a vida, pois muitas vezes a visão, ou a acção do Guia é contrária aquilo que ele pensa e acredita. E por confiar no “seu” Guia, ele começa a refletir sobre “suas” próprias verdades.
Com o tempo ele começa, de forma imperceptível a “absorver” as qualidades de seus Guias e Orixás, sua personalidade vai lentamente e naturalmente sendo moldada através do contacto e do serviço ao sagrado que vibra dentro dele.
Uma poderosa reforma íntima começa à acontecer através de sua proximidade estreita com os Guias e com os Orixás
A oportunidade de trabalhar e se desenvolver com diversos Guias, com diversas linhas de actuação dá ao médium de Umbanda um aprendizado impar. Pois além das características individuais de “seus” Guias, ele absorve uma valiosa forma de conhecimento e transformação através dos modelos (arquétipos) sociais que se apresentam nas diversas linhas de trabalho de Umbanda.
Os Guias que atuam na Umbanda se apresentam dentro de uma determina estrutura psíquica social que facilitam o trabalho de cura e transformação levado a cabo por esses missionários da luz.
O médium de Umbanda, agora umbandista, aprende a conhecer, respeitar e amar o diferente: de exu a preto velho, passando por caboclos, baianos, boiadeiros, crianças e etc. Ele vai aprendendo a conviver com o negro, com o branco, com o índio, com o humilde, com o sarcástico, com o doce, com bravo, etc.
Assim os arquétipos sociais e comportamentais trazidos pelos Guias, criam um impacto doutrinário que associado aos mistérios dos Orixás acoplados em cada linha de trabalho e em cada Guia vai moldando a psique do médium, o fazendo manifestar suas qualidades inconscientemente auxiliando em todos os aspectos de sua vida.
E sem se dar conta, motivado pela vontade de ser melhor, de se sentir melhor, de aprender, de crescer o médium vai superando bloqueios, mentais, emocionais, psíquicos, comportamentais e espirituais.
E vai desenvolvendo uma tranquilidade, uma serenidade dentro dele e o vai deixando mais confiante de viver e vivenciar a vida, pois ele sabe e sente que ele e o sagrado são apenas um, que os dois são partes de uma banda.

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Umbandoterapia II – Absorção energética
Uma queixa comum a vários médiuns, principalmente quando não possuem o conhecimento, a firmeza e a orientação mediúnica necessária é o de absorção energética. Que é aquele sentimento de peso, de esgotamento, de dor de cabeça, cansaço, mal humor que muitas vezes acontecem depois de terem conversado com uma outra pessoa, ou frequentado determinados lugares.
Isso acontece porque todos nós somos dotados de um magnetismo chamado de mediunidade, e que devido a esse magnetismo somos capazes de sentir ou mesmo absorver vibrações alheias, que tanto podem nos prejudicar, como também serem trabalhadas, anuladas e recicladas por médiuns educados e preparados tanto em seu próprio beneficio como no dos outros. Pois essa característica nos permite detectar vibrações de pessoas e lugares, distingui-las e agir em função delas.
Afinal esse é um dos principais objetivos de nossa mediunidade, o auxílio.
Quando em desequilíbrio ou negativado, esse campo mediúnico pode causar alguns incómodos ao seu portador e o de absorver as energias alheias é um deles. E isso poderá gerar algum tipo de desconforto, em especial de ordem emocional.
Quando positivado e equilibrado, nosso campo mediúnico repele as cargas negativas e nocivas criando ao redor do médium uma aura de proteção.
Muitos são os médiuns que nos chegam querendo “se livrar” de sua mediunidade, como se ela fosse uma doença, devido a essa característica mediúnica.
Lembro que todos possuímos mediunidade e ela não pode ser tirada de ninguém, o que pode é ser educada, equilibrada, e transforma-la numa ferramenta de crescimento e expansão de nossa consciência. Porém, apenas aqueles que a possuem em maior grau de evidência é que são chamados de médiuns.
Lembro que o problema não está na faculdade em si, mas sim no padrão magnético do individuo que está em desajuste vibratório devido aos seus padrões de crença, de pensamento e de comportamento seja ele emocional, sentimental, ou mesmo social e familiar.
Assim o que tem que precisa se mudado ou se preferirem positivado ou curado é a vibração, a energia do médium que está em desequilíbrio. Para isso tem que haver de sua parte uma vontade de mudar, de crescer, de aprender e estudar não só sua mediunidade como também a si próprio.
Sabemos que essa mudança não se processa do dia para noite e que para que ela ocorra é necessário não apenas os requisitos que listamos acima, como também tempo e auxílio real, pois muitas vezes essas vibrações já estão de certa forma internalizadas no campo mediúnico e mental do médium criando um obstáculo não só para o seu reequilíbrio como também para o seu desenvolvimento.
Dentro do ritual de Umbanda, vários são os recursos utilizados pelos Guias de forma a auxiliar o médium no descarrego de suas cargas energéticas.

Exemplos:
Transporte: Onde um médium preparado absorve essas cargas e reencaminham.
Oferenda na natureza: Onde o médium firma uma vela e oferece alguns recursos naturais pedindo o auxílio e encaminhamento dessas forças.
Firmezas de forças e poderes: Onde o médium no seu devido tempo e através de rituais específicos “assenta” suas proteções, em especial: Anjo da Guarda, Guardiões da Direita (caboclo), Guardiões da Esquerda (Exus e Pombagiras) e Orixá.
Essas firmezas não só criam um campo protetor ao redor do médium como também funcionam com uma espécie de “para-raios” resguardando o médium de alguns tipos de energias ou trabalhos negativos.
Por norma (pelo menos na nossa casa é fundamento) um dos primeiros trabalhos realizados pelos Guias é a firmeza do Anjo da Guarda do médium.
Nosso anjo guardião tem uma ligação profunda com as nossas vibrações internas, por isso que é tão corriqueiro se ver nas giras de Umbanda o Guia pedir para firmar uma vela para o Anjo da Guarda do assistido.
Só que esse trabalho pode ser potencializado com a realização do assentamento (firmeza de poder) do Anjo da Guarda, onde através de um ritual especifico é “fixado” o poder do anjo guardião, criando um portal de conexão com suas forças que não só imantará o médium com um magnetismo protetor, como também o auxiliará a repelir energias malfazejas endereçada ou atraída pelo próprio médium.
Esse assentamento em nosso Templo é uma obrigação para todos os médiuns que se predispõe a se desenvolver, como também é aberto a todos que queiram aprender um pouco mais sobre umbanda e ter em suas mãos uma poderosa ferramenta de proteção, equilíbrio e cura.
Esse assentamento aberto é realizado em nossa casa no Curso de Introdução a Umbanda.

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Umbandoterapia III- Os benefícios da Incorporação
Em texto anterior decorremos de forma simplificada, talvez até simplista como ocorre a Umbandoterapia. Hoje vamos nos aprofundar um pouquinho e vamos explicar de forma simples um dos aspetos mais importantes da Terapia de Umbanda que é o benefício da incorporação ou do transe mediúnico de Umbanda.
Para algumas pessoas parece até estranho falar de benefícios mediúnico, visto que muitos possuem problemas ou dificuldades com a sua mediunidade e ainda não conseguiram ver ou encontrar alguma benesse nessa sua característica.
Então antes de explicar isso vou lembrar uma frase do Irmão X (Humberto de Campos) psicografada por Chico Xavier

“Mediunidade é sintonia. Cada mente recebe segundo a extensão da onda de sentimento que lhe é própria.”
Irmão X

Ou seja, cada mente funciona como uma grande antena emissora e recetora dos sinais que se assemelham. Onde cada um de nós através de um padrão próprio atrai energias e espíritos semelhantes as ondas vibratórias irradiadas de nossa mente. Por nossa mente entendemos: nossas crenças, pensamentos, emoções, sentimentos, ou simplesmente comportamento.
Então aquele que ainda não conseguiu ainda se beneficiar de sua mediunidade é porque ainda não conseguiu de fato compreender e perceber que essa característica é uma via, uma ferramenta de evolução, de transformação e melhoria do ser.

“Médium, não é aquele que balança o corpo e sente alguma coisa, médium é aquele que através do seu próprio bem, faz o bem.”
Calunga

Aqui entra a Umbandoterapia.
Umbanda é uma religião, e como religião sua principal ação e realizar a conexão de seu adepto com o sagado. Essa conexão se dá através da evolução consciencial do ser, e para isso a única via é ensinar, fazer e praticar o bem. Qualquer coisa que fuja a esse princípio básico, me desculpem, mas não é Umbanda.
Ao contrário de que alguns pregam, os espíritos Guias de Umbanda são seres de alto grau de evolução, pois são espíritos que conseguiram um estatuto espiritual e serem integrados nas correntes de Luz dos Sagrados Orixás. E o contato com esses espíritos é extremamente salutar para os médiuns e assistência que não apenas podem se beneficiar de seus trabalhos, de seus conselhos, mas também de seus magnetismos.
Assim como cada Orixá (divindade) possui um magnetismo próprio, cada Linha de Umbanda também, pois as mesmas “tomam” emprestadas para si as características dos seus regentes de linha.
Não vou entrar aqui no magnetismo individual de cada Guia, porque se por aí fossemos o assunto não teria mais fim, mas sim no padrão genérico de cada linha de trabalho de Umbanda.
Cada vez que utilizamos de nossas características espirituais e mediúnicas para algum trabalho, um pouco daquele magnetismo, daquela vibração fica impregnada em nosso campo mediúnico gerando em nós uma influência espiritual, psíquica e emocional.
Ou seja, no caso da Umbanda, dentro de nossa característica mediúnica incorporamos o Sagrado, seja através dos Orixás, seja através dos Guias de Lei integrados em suas falanges. Então essa ação cria uma força de condução que nos influência no sentido de desenvolvermos em nós certas qualidades.
A medida que vamos desenvolvendo-as, vamos nos transformando, nos curando de nossos vícios de comportamento que trazem problemas e dissabores em nosso dia-a-dia.

O interessante é notar que esse magnetismo influencia a todos que estão a volta do médium e não apenas a ele, ou pelo menos a todos aqueles que estão em sintonia com o trabalho e com o propósito de se melhorar.
Porque digo isso?
Quantas vezes, eu já escutei dos médiuns e frequentadores de nossa casa: “ Nossa na hora que o Orixá ou o Guia chegou a energia mudou!” Ou: “Eu não estava a me sentir muito bem, mas foi só o Orixá ou Guia incorporar e já me senti melhor.”
Como também já escutei: “ Não senti nada!”
Claro que quando falamos desses exemplos dentro de uma mesma situação, eles tem a ver com a conexão dos médiuns e consulentes com os trabalhos que estão a ser executados.
Tanto os médiuns de uma corrente como a assistência precisam entender que o trabalho espiritual, energético e magnético gerado dentro de uma gira de umbanda não se limita apenas ao momento em que você está a ser orientado pelas entidades Guias de Umbanda.

Essa ação se inicia muitas vezes antes dos inícios dos trabalhos, como permanecem durante o trabalho e continuam após o término dele.
Me lembro ainda adolescente de escutar do Guia: “Fio, o trabalhador é meu, mas o pensador é seu.” E do tempo que eu levei para atinar para o que o Guia me queria dizer, e a mensagem era tão simples: não adiantava eu pedir auxílio seja lá para o que for se eu não me colocava em sintonia mental e comportamental com o que ele estava a pedir. Pois só eu estando em real sintonia eu tinha melhores condições de ser beneficiado pelo trabalho.

Assim tendo explicado a importância do magnetismo mediúnico como forma de crescimento, vou expor de forma sintética os benefícios ou a influência das vibrações dos Orixás e das Linhas de Trabalho de Umbanda no campo mediúnico, energético, psíquico e emocional dos médiuns e da consulência.
Orixás
Oxalá – Magnetiza a fé, a confiança, o positivismo.
Logunã – Fortalece a religiosidade, a mediunidade, conduz o crescimento espiritual.
Oxum – Fortalece o emocional, o amor-próprio, o amor e integração na vida.
Oxumaré – Dilui as mágoas, as tristezas, rejuvenesce o ânimo e alegria.
Oxóssi – Expande as capacidades mentais, intelectuais e mediúnica, favorece a confiança, a coragem e o direcionamento.
Obá – Concentra a mente, traz firmeza, segurança e confiança.
Xangô – Auxilia o equilíbrio psíquico e emocional, favorece a racionalidade.
Egunitá – Purifica os excessos emocionais, energiza nossa mente e traz equilíbrio.
Ogum – Ordena os pensamentos e os comportamentos, fortalece a personalidade, traz paz e segurança.
Iansã – Direciona e ordena os comportamentos e caminhos, gera movimento e ação.
Obaluayê – Traz calma, paciência, sabedoria, transmutação padrões e situações.
Nanã – Limpa, purifica e decanta emoções viciadas, traz serenidade, tranquilidade e sabedoria.
Iemanjá – Cria, gera amor, felicidade, satisfação e vontade de viver.
Omolu – Traz sustentação, firmeza e segurança na vida.
Linhas de Trabalho
Caboclo – Traz força, firmeza, impulso, coragem e determinação…
Preto velho – Traz tranquilidade, serenidade, brandura, paciência e auxilia nossa capacidade reflexiva…
Baiano – Traz energia, direcionamento, capacidade de mudança, de despertar para novas soluções…
Boiadeiro – Traz confiança, coragem e humildade para aceitar o presente e libertarmo-nos do passado…
Marinheiro – Traz uma energia que nos auxilia na purificação emocional psíquica e energética…
Cigano – Traz uma energia de liberdade, desimpedimento que nos permite crescer e prosperar…
Criança – Traz uma energia que dissolve, dilui e desbloqueia padrões e traumas de nossa criança interior, renova nosso ânimo e alegria…
Zé Pilintra – Traz confiança, flexibilidade e visão abrangente da vida…
Exu – Traz vitalidade e potencia a nossas qualidades ao mesmo tempo que nos revela nossas fragilidades.
Pombagira – Traz estimulo, vontade, leveza, satisfação e força para vivermos com dignidade.
(Texto integrante do curso Mediunidade e Umbanda)

Umbandoterapia IV – Musicoterapia de Umbanda
““Quem canta seus males espanta”
Sabedoria popular
“Mas quem canta e dança joga ainda mais para longe.””
“Nêga” Adelaide
Essa é uma afirmação constante da Baiana que comigo trabalha. Onde durante seus trabalhos de atendimentos pede para seus filhos, lembrarem do toque do atabaque, dos pontos que estão sendo cantados, e no seu dia-a-dia cantarem e dançarem com eles.
É interessante perceber que essa baiana usa dos mistérios da música, dos pontos cantados de Umbanda como complemento dos seus trabalhos espirituais no intuito de promover o equilíbrio e a harmonia de seus filhos, livrando-os assim de suas mágoas, frustrações e tristezas e trazer força, vontade, alegrias e animo para suas vidas.
Esse ensinamento através do seu trabalho, me levou a observar como as pessoas gostam de se relacionar com ela, sempre com um sorriso no rosto, e quantos não me dizem que se sentem melhor ao fazerem isso, como também que muitas vezes só em estarem na consulência, cantando e dançando com os pontos que estão a ser cantados pela curimba da casa já se sentem melhores e aliviados, as vezes nem precisando ou querendo tomar um passe com as entidades pois já se sentem descarregadas e energizadas.
Como é mágico a música, como é mágico um ponto cantado.
Sabemos que a música possui um efeito poderoso em nosso campo emocional, onde sua melodia pode nos alegrar, nos elevar como também entristecer e até mesmo nos irritar.
A maioria das religiões, para não dizer todas tem nos seus cânticos uma forma de se conectar a Deus e suas divindades, isso nos mostra o quão sagrado é a música.
Antigamente as música e as melodias sagradas não eram apenas utilizadas como forma de se conectar com Deus/deuses, mas eram também uma forma de atrair seus os poderes para o ambiente ou mesmo para as pessoas como forma de cura e proteção.
Dentro dos fundamentos do Ritual de Umbanda encontramos os pontos cantados que podem ser entoados apenas com a utilização da voz, ou mesmo estarem acompanhados por um conjunto de instrumentos musicais (atabaque, ganzá, agogô).
A voz, juntamente com uma música de elevação espiritual que clama aos poderes divinos é um “remedio” natural de nosso corpo. Não importa se a voz de quem canta seja afinada ou não, o que importa é cantar com alma, com sentimento. É ensinando pela espiritualidade, como também por vários musicoterapeutas que as pessoas que cantam[1] dificilmente se sentem desanimadas ou sem motivação.
Assim música de Umbanda, seus pontos cantados não é apenas uma ação de atração de determinadas forças e poderes e a utilização dos mesmos para determinadas ações dentro dos trabalhos realizados dentro do templo, mas também funciona como uma forma de musicoterapia, pois se utiliza da música, do ritmo, das melodias, da harmonia e das letras para levar ao seu adepto a se conectar com o sagrado, mas também trabalhar, curar o seu espiritual, seu psiquismo e seu emocional elevando-o em força e vibração auxiliando no seu processo de transformação.
Assim se você é médium de umbanda ou apenas um simpatizante que vais as giras, aproveite esse momento para cantar, dançar e se conectar com as forças dos Guias e com os poderes dos Orixás e se beneficiar dessa magia que os Pontos Cantados, que a música sagrada de Umbanda realiza através dos seus mistérios.
Lembrem-se: “quem canta os males espanta, mas quem canta e dança joga para mais longe ainda”. E se todos cantarmos com alma, com sentimento não só estamos a operar magia em nossa vida através dos cânticos sagrados, como estaremos auxiliando aqueles que dela necessitam para realizarem uma verdadeira transformação, cura o do seu estado de espírito.

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Umbandoterapia V – Obsessão Espiritual
O termo obsessão espiritual foi difundido por Allan Kardec e designa um tipo de distúrbio, ou como o próprio a definiu uma doença espiritual. A obsessão espiritual se caracteriza quando um ou mais espíritos de carater inferior exercem uma influência constante sobre um outro ser, em especial sobre o seu psiquismo.
Kardec definiu três graus do processo obsessivo:

1. Obsessão simples
Esse processo é comum a todos os seres humanos e se caracteriza por influências psíquica, causando certa perturbação mental sem sinal percetíveis

2. Obsessão de subjugação
É quando o processo de perturbação psíquica amplia-se ao centro da afetividade e da vontade, desequilibrando os sentimentos e as ações psico-motoras levando o obsidiado a ter gestos ou atitudes estranhas contra a sua vontade.

3. Obsessão de fascinação
É quando o processo se eleva a tal ponto que afeta o senso de realidade do obsidiado, causando problemas de consciência, como também processos alucinatórios.

Segundo Kardec as causas dos problemas obsessivos ocorrem através de diversos fatores:
  • Fatores Kármicos (problemas reencarnatórios)

  • Tendências e comportamentos viciosos

  • Sentimentos e pensamentos negativos, etc.


Onde tais fatores devido a Lei de afinidade, atrai espíritos afins com seus magnetismos, criando assim um elo de ligação do ser encarnado com seus companheiros invisíveis.

“Diga-me com quem tu andas que eu te direi quem és.”
Jesus Cristo

Ou seja na visão de Kardec todos os processos obsessivos acontecem por uma única via, a de ressonância de afinidades vibratórias. Ou seja o espirito obsessor não é o único culpado dentro do processo, mas sim as imperfeições morais, espirituais e comportamentais do individuo encarando que devido ao seu próprio magnetismo atrai companhias espirituais desequilibradas. Assim sendo, o mesmo não pode ser visto apenas como uma vítima do processo, mas também como um agente causador ou responsável pelo mesmo, quer seja consciente ou inconsciente, na maioria dos casos. Pois a obsessão espiritual, assim como mediunidade é sintonia ou troca de vibrações afins.
Processo esse que será quebrado, ou curado através do esclarecimento e requalificação moral e comportamental, tanto do obsidiado, quanto do espirito obsessor.

Correto?
Corretismo, mas será que fica só por aí?

Sabemos que os espíritos desencarnados necessitam de um suporte material para permanecerem em nosso plano (plano reencarnatório ou neutro), visto que seu padrão energético é outro.
Os espíritos evoluído, por sua condição e magnetismo possuem um passaporte mais livre para o nosso plano, enquanto os espíritos negativos ou negativados necessariamente necessitam desse suporte.
Na grande maioria das vezes quem fornece esse suporte é o próprio agente obsidiado, que tal como foi dito por Kardec, necessita passar por uma requalificação de valores, tanto espirituais, como sociais, sentimentais e emocionas.
Na realidade todos necessitamos disso.
Mas na visão da Umbanda, ou pelo menos na visão do nosso templo, existem outros fatores matérias que tão o suporte a um processo obsessivo que não é apenas o obsidiado.
Como já afirmamos, todo espirito necessita de um suporte material para permanecer no nosso plano.

No primeiro caso, onde o agente encarnado fornece a sustentação, seu magnetismo espirito-material (ectoplasma) é sugado pelo agente espiritual que encontra nessa energia o meio necessário para permanecer em nosso plano.
Os sintomas disso são vários, e variam de intensidade, mas os mais comuns são…
  • Sentir-se sugado, esgotado energeticamente sem causa aparente.

  • Sentir-se triste ou irritado sem motivo

  • Dificuldades de dormir ou pesadelos frequentes

  • Visão de vultos

  • Audição de barulhos estranhos ou mesmo vozes, etc.


Porém temos outro caso, quando o espirito negativado é sustentado não pelo ser obsidiado, mas sim por uma terceira pessoa.
Mas como uma terceira pessoa pode sustentar um ser espiritual na vida de outro?
De duas formas.
  • A primeira é quando uma pessoa negativada, que é diferente de uma pessoa negativa, através de sentimentos desvirtuados levanta e projeta o seu “inferno pessoal” sobre outra pessoa através de um forte sentimento negativo de odio, inveja, desprezo, desejo desequilibrado, vibrações de ordem mental, emocional e verbal.
    Nesse caso as irradiações e os seres a elas associados são sustentadas pela pessoa que está negativada, porem encontram ressonância no campo espiritual do alvo, visto que todos nós temos dificuldades de nos mantermos em padrões elevados constantemente.

  • A outra forma é quando num trabalho de magia negativa, onde os elementos energizados, magnetizados e imantados através de determinados rituais, funcionam como um ponto de sustentação dessas ações. E isso já não tem haver apenas com padrões de comportamentos desequilibrados.
    Esses tipos de ação podem levar a ocorrência de problemas das mais diversas ordens: familiares, afetivos, saúde, profissionais, comportamentais, emocionais, etc.


Assim, tanto no campo da transformação comportamental, como nos casos de demanda (magia negativa), a Umbanda se mostra magnífica, pois na sua estrutura teológica possui doutrina, moral e ensinamentos que auxiliam na requalificação moral, emocional, social, psíquica, comportamental e espiritual dos seus adeptos. Como também possui ações magísticas e religiosas que anulam, cortam e defendem desses tipos de ação desvirtuada. Auxiliando o seu adepto ou a quem a ela socorre a reencontrar seu estado de paz, harmonia e equilíbrio.

Lembro que a obsessão espiritual é reconhecida pela Organização Mundial de saúde, onde no CID – Código Internacional de doenças – permite o diagnóstico de interferência espiritual obsessora, porém tratada por pessoas capacitadas para tal dentro de um contexto espiritual ou religioso.

MAGGOBRANCO

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Com um conhecimento desses, chega a dar inveja mesmo desses dois... parabéns pelos posts, Gwenzinha e Lancelot!!!

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MAGGOBRANCO escreveu:Com um conhecimento desses, chega a dar inveja mesmo desses dois... parabéns pelos posts, Gwenzinha e Lancelot!!!

Agradeço o apreço, mas o merecimento não me cabe...
Tal como está escrito no início do tópico estes textos foram feitos por Heldney Cals, podem ser consultados em www.lendasdearuanda.com.

Abraços!

MAGGOBRANCO

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Gwenhwyfar escreveu:
MAGGOBRANCO escreveu:Com um conhecimento desses, chega a dar inveja mesmo desses dois... parabéns pelos posts, Gwenzinha e Lancelot!!!

Agradeço o apreço, mas o merecimento não me cabe...
Tal como está escrito no início do tópico estes textos foram feitos por Heldney Cals, podem ser consultados em www.lendasdearuanda.com.

Abraços!



Q Q é isso Gwenzinha... vocês dois são feras no assunto!!! palmas

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10 Umbandoterapia VI – Desmagiamento em Qui Maio 30, 2013 1:46 am

Umbandoterapia VI – Desmagiamento


Magia…
A Umbanda é uma religião magística por excelência, tendo como uma de suas funções a quebra, o corte ou o “desmagiamento” de ações mágicas de ordem negativas ou trevosas.
A magia é algo comum e natural as práticas espirituais e religiosas da humanidade.
Toda e qualquer religião têm suas fórmulas de transformação da realidade em benefícios de seus fiéis.
Sua ação é talvez a primeira forma de encontro ou contato com o sagrado e é praticada e entendida de várias maneiras e formas. Sua prática, tal como sua ação é muito mais comum do que se imagina.
Lembro que a Magia em sua essência traz valores e magnetismos divinos, toda e qualquer ação negativa realizada por elas é uma deturpação do seu propósito original de auxiliar e transmutar acontecimentos, ou situações desordenadas.
Enquanto religião magística a magia de Umbanda é única e exclusivamente praticada para o bem. Sei que aparecerá sempre a questão: “mas o bem e o mal são relativos.”
É verdade, mas compreendemos o bem no sentido de a praticarmos sem a intensão de prejudicar ninguém:
“Não faça aos outros aquilo que não gostaria que fizessem a você”
Confúcio
Por isso a magia de Umbanda não pode nunca ir no sentido de fazer o mal a quem quer quê seja, pois ninguém gostaria que os outros nos fizessem mal, certo?
Entendemos que a magia desvirtuada é sempre direcionada no sentido contrário a dádiva do livre-arbítrio (direito de escolha) ou para o prejuízo de algo ou alguém.
Esse tipo de ação, independente dos poderes divinos evocados é contrário a prática religiosa. Não importa se estou clamando a um Orixá, a um Santo, etc. Pois sabemos que os Poderes Maiores da criação não se prestam a esse tipo de ação. Mas também sabemos que “Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”[1] e que uma ação negativa direcionada a uma divindade positiva não encontrará nenhuma ressonância.
Porém, não é por não encontrar ressonância que ela se perde, afinal nada se perde, e quando uma divindade positiva não escuta, há quem escute. [2]
A conexão com os poderes de uma divindade, independente da forma que o fazemos se dar através dos sentimentos vibrados e não apenas pelo nome. Afinal não devemos pronunciar o nome de Deus e de suas divindades em vão.
Assim muitas pessoas com as mais “puras intensões” e com os mais desvirtuados sentimentos clamam muitas vezes em nome de sua fé contra o livre-arbítrio e prejuízo do próximo, por isso que se diz: “que de boas intenções o inferno está cheio”.
Esse tipo de ação bastante comum, podemos classificar como magia negativa simples e com certeza você já deve ter sido alvo ou mesmo ter realizado alguma vez sem se dar conta do que estava a fazer.
Esse tipo de magia é extremamente fácil de ser cortado pelos Guias de Umbanda ou mesmo por seus dirigentes que conhecem várias formas de o fazer.
Porém existem outras magias muito mais complexas e de difícil solução, que ao serem mexidas provocam fortes reações. Essas magias são realizadas por pessoas conhecedoras do assunto e com o propósito claro de prejudicar a vida de um semelhante, de uma empresa, etc.
Seja qual for o caso, a Umbanda com mais ou menos trabalho, afinal na espiritualidade nem tudo é tão linear como nós gostaríamos, consegue dentro de sua Lei (“Quem deve paga! Quem merece recebe!”) tratar e anular esses tipos de ações degeneradas que muitas vezes estão a envolver um médium ou um assistido.
Assim temos no desmagiamento de Umbanda uma ação terapêutica de cura, seja ela de ordem espiritual, material ou mesmo física
Lembro que os Guias de Umbanda são Magos da Luz, extremamente conhecedores desses tipos de ação desvirtuada, por isso excelentes anuladores de demanda, apesar de muitas, se não na maioria das vezes nunca informarem seus filhos deste tipo de ação.

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